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Domingo, 19 de Abril de 2026
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Política

Assembleia cria comissão para acompanhar investigações sobre assassinato de petista em Foz

O requerimento solicitando a criação da Comissão Parlamentar foi apresentado pelos parlamentares de Oposição ainda no domingo

Vinicius Vitorette
Por Vinicius Vitorette
Assembleia cria comissão para acompanhar investigações sobre assassinato de petista em Foz
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Em resposta a uma solicitação feita pela Bancada de Oposição, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa (Alep) anunciou na tarde desta segunda-feira (11) a criação de uma Comissão Parlamentar para acompanhar as investigações sobre o assassinato do guarda municipal e tesoureiro do PT de Foz do Iguaçu, Marcelo Arruda, ocorrido na noite de sábado (09/07).

A Comissão, que irá acompanhar o processo investigatório em nome do Poder Legislativo, será formada pelos deputados Arilson Chiorato (PT), líder da Oposição e presidente estadual do PT; Tadeu Veneri (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos e da Cidadania; e Delegado Jacovós (PL). “Foi um ataque contra à vida, motivado por intolerância política. A violência motivada por intolerância política precisa ser combatida e reprimida de todas as formas”, disse Arilson.

Arruda foi assassinado pelo agente penitenciário federal Jorge José da Rocha Guaranho, que invadiu a festa de aniversário de 50 anos da vítima armado e gritando palavras de apoio a Jair Bolsonaro (PL). O guarda municipal deixou esposa e quatro filhos. Antes de morrer, ele conseguiu disparar contra Guaranho, que sobreviveu e segue internado na UTI do Hospital Municipal de Foz do Iguaçu.

Líder do PT, Veneri afirmou que não há justificativa para o assassinato e destacou a importância da criação da Comissão Parlamentar.

“Não há sentido em justificar o que aconteceu. Aqui na Assembleia Legislativa, por determinação do presidente que atendeu um requerimento protocolado pela Bancada de Oposição, criamos uma Comissão Especial para acompanhar as investigações. Isso é de extrema importância. Não adianta distorcer os fatos. Não há o que discutir, não há o que falar. Estamos falando de uma execução. Marcelo não foi morto em um confronto como estão dizendo por aí. É execução. É assassinato. Isso precisa ser dito com todas as letras”.

O requerimento solicitando a criação da Comissão Parlamentar foi apresentado pelos parlamentares de Oposição ainda no domingo (10). Assinaram a solicitação os deputados Arilson Chiorato (PT), Goura (PDT), Luciana Rafagnin (PT), Professor Lemos (PT) e Tadeu Veneri (PT).

Foto: Orlando Kissner/Alep

Vinicius Vitorette

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Vinicius Vitorette

Repórter por ofício e Jornalista por Paixão. Atualmente exerço o Jornalismo do principal meio de informações online de Mandaguaçu. Estudante de Direito/Ciências Contábeis. Quem fala a verdade não merece castigo!

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